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Janeiro: o mês que pode fazer (ou quebrar) o trimestre da sua imobiliária

Janeiro: o mês que pode fazer (ou quebrar) o trimestre da sua imobiliária

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Ano novo, vida nova. Esse clichê que todo mundo repete em dezembro tem um efeito real no mercado imobiliário, e os dados comprovam.

Segundo levantamento do DataZAP, fonte de inteligência imobiliária do Grupo OLX, janeiro é o mês com maior volume de visualizações e cliques em anúncios de imóveis. Essa tendência de alta demanda se estende até o final do primeiro trimestre, com pico justamente no primeiro mês do ano.

A lógica é simples: pessoas que passaram o fim de ano pensando em mudança, que fizeram planos de comprar o primeiro imóvel ou trocar de apartamento, entram em ação em janeiro. É o momento em que intenção vira busca ativa.

E aqui está o paradoxo que poucas imobiliárias percebem: enquanto a demanda por imóveis atinge seu pico, a oferta de anúncios é historicamente baixa nesse período. Ou seja, há mais gente procurando e menos imóveis sendo divulgados.

Para quem está preparado, é uma janela de ouro. Para quem não está, é o início de um trimestre frustrante.

O problema não é o volume de leads. É o que você faz com eles.

Conversamos com gestores de imobiliárias que operam com a Dory, e o relato é unânime: janeiro é um dos meses mais intensos do ano em volume de leads. Os portais disparam, o WhatsApp não para, os formulários do site enchem.

E é exatamente aí que mora o problema.

Quando o volume explode e a equipe continua do mesmo tamanho, algo precisa ceder. E geralmente o que cede é a qualidade do atendimento. Leads demoram para ser respondidos. Conversas ficam pela metade. Oportunidades quentes esfriam esperando atenção.

O resultado? A imobiliária investe em geração de demanda, recebe o maior volume de leads do ano, e converte menos do que deveria — simplesmente porque não conseguiu processar tudo a tempo.

Os 3 gargalos que travam imobiliárias em janeiro

1. Velocidade de resposta cai quando mais importa
Com mais leads chegando, o tempo de resposta naturalmente aumenta. E o impacto disso é brutal: leads atendidos em até 5 minutos têm taxa de conversão base, mas essa taxa cai 50% após 10 minutos e 75% após 30 minutos.

Em janeiro, enquanto sua equipe está respondendo o lead das 9h, chegaram mais 15. Quando o corretor finalmente retorna para o primeiro contato, o cliente já está conversando com três concorrentes.

2. A equipe não sabe o que priorizar
Nem todo lead é igual. Tem gente que está apenas pesquisando, tem gente pronta para visitar amanhã. Mas quando todos os contatos entram na mesma fila, sem distinção, a equipe trata todo mundo da mesma forma.

O resultado é previsível: corretores gastam energia com curiosos enquanto compradores reais esperam — e acabam fechando com quem respondeu primeiro.

3. Leads bons se perdem no meio do caos
Em operações manuais, o que não é atendido imediatamente tende a ser esquecido. Aquele lead que chegou às 22h de sexta-feira? Segunda-feira, já está frio. O contato que pediu para retornar na quarta? Ninguém lembrou.

Sem sistema de acompanhamento, leads bons simplesmente desaparecem no volume. E janeiro, com seu pico de demanda, amplifica esse problema.

O que as imobiliárias que convertem em janeiro fazem diferente

A diferença entre aproveitar janeiro e sobreviver a janeiro está na preparação. Imobiliárias que consistentemente performam bem nesse período compartilham algumas práticas:

1. Automatizam o primeiro contato com contexto
O lead clicou em um apartamento de 3 quartos no Itaim às 23h. Não adianta responder no dia seguinte com "Olá, como posso ajudar?". A resposta precisa ser imediata e relevante: "Oi, vi que você se interessou pelo apartamento no Itaim. Posso te enviar mais detalhes?"

Isso pode ser feito por sistemas de IA que respondem em segundos, 24 horas por dia, garantindo que nenhum lead fique sem resposta — independente do horário ou do volume.

2. Qualificam antes de distribuir
Nem todo lead precisa de corretor imediatamente. Perguntas sobre orçamento, região de interesse, prazo e tipo de imóvel podem ser feitas de forma automatizada, organizando as informações para que o profissional receba o contato já filtrado.

Assim, o tempo do corretor é investido apenas em leads com potencial real — não em triagem manual.

3. Classificam por temperatura
Leads quentes (alto interesse + urgência + perfil compatível) vão direto para atendimento prioritário. Leads mornos entram em nutrição automatizada. Leads frios ficam em reengajamento futuro.

Essa classificação garante que a equipe foque energia onde o retorno é maior.

4. Têm processo de reengajamento
O lead que não respondeu hoje não necessariamente desistiu. Pode estar ocupado, pode estar comparando opções, pode precisar de mais tempo. Um sistema que automaticamente retoma contato após alguns dias traz oportunidades de volta ao funil — sem depender de memória humana.

A matemática cruel de janeiro

Vamos aos números.

Imagine uma imobiliária que recebe 500 leads em janeiro — um volume típico para operações de médio porte nesse período. Com atendimento manual e equipe no limite, digamos que consigam responder 60% em tempo hábil. Dos 300 respondidos, 40% avançam para qualificação (120). Desses, 30% agendam visita (36). E 25% das visitas convertem em proposta (9).

Agora, a mesma imobiliária com atendimento automatizado: 95% dos leads recebem resposta imediata (475). Com qualificação automática, 50% avançam (238). Taxa de agendamento sobe para 35% porque o lead foi atendido quente (83). Conversão de visita para proposta se mantém em 25% (21).

A diferença? Mais que o dobro de propostas. Com o mesmo volume de leads.

Janeiro não perdoa ineficiência. Cada lead perdido por demora, cada oportunidade esquecida no WhatsApp, cada contato que esfriou esperando retorno — tudo isso se acumula. E quando fevereiro chega, a imobiliária olha para trás e não entende por que, com tantos leads, fechou tão pouco.

O primeiro trimestre se decide agora

A tendência de alta demanda do início do ano se estende até março, mas o pico é janeiro. É agora que os clientes mais motivados estão buscando. É agora que a competição por atenção é mais intensa.

Imobiliárias que entram em janeiro com processo estruturado saem de março com pipeline cheio. As que entram no improviso passam o resto do semestre tentando compensar oportunidades perdidas.

A pergunta não é se sua imobiliária vai receber leads em janeiro. Vai. A pergunta é: você está preparado para transformar esse volume em resultado?

A pergunta que fica

Seus leads de janeiro estão sendo atendidos em minutos ou em horas?

Porque nesse mês, a diferença entre os dois pode definir seu trimestre.

Quer garantir que sua imobiliária aproveite o pico de janeiro? A Dory automatiza o primeiro contato, qualifica leads e organiza seu funil — para que sua equipe foque em fechar, não em triar.

Ainda dá tempo de organizar janeiro: useadory.com/demonstracao

Do contato ao contrato, com inteligência que gera resultado.

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